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Independência

O Dia da Independência do Brasil é 7 de setembro de 1822. Onde às margens do rio Ipiranga, D. Pedro I a proclama gritando: "Independência ou Morte!"
Há fatos históricos e fatos ilustrativos, quando a independência veio, aconteceu para as províncias de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Essas províncias, mais tarde receberiam a denominação de Estado. Há motivos para a independência, após a Corte Portuguesa ter vindo ao Brasil, trouxe progresso e infraestrutura, criou uma certa dinâmica no comércio e isso significava uma evolução, quando D. João VI volta a Portugal, os brasileiros não aceitavam mais ser novamente colônia.
Como D. Pedro tinha ficado no Brasil e se recusava em voltar a Portugal, numa aliança política no Brasil, proclama a Independência, isso faz com que haja união e possibilite a consolidação de um grande território.

As estrofes 3, 4, 5, 6, 8 e 10 não se encontram na versão mais famosa e compacta do Hino. As estrofes completas do Hino da Independência são:

1
Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a Mãe gentil;
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil
Já raiou a Liberdade
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil


Refrão:
Brava Gente Brasileira
Longe vá, temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.


2
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve Mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil.
Houve Mão mais poderosa
Houve Mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.


(Refrão)
3
O Real Herdeiro Augusto
Conhecendo o engano vil,
Em despeito dos Tiranos
Quis ficar no seu Brasil.
Em despeito dos Tiranos
Em despeito dos Tiranos
Quis ficar no seu Brasil.

(Refrão)
4
Ressoavam sombras tristes
Da cruel Guerra Civil,
Mas fugirão apressadas
Vendo o Anjo do Brasil.
Mas fugirão apressadas
Mas fugirão apressadas
Vendo o Anjo do Brasil.

(Refrão)
5
Mal soou na serra ao longe
Nosso grito varonil;
Nos imensos ombros logo
A cabeça ergue o Brasil.
Nos imensos ombros logo
Nos imensos ombros logo
A cabeça ergue o Brasil.

(Refrão)
6
Filhos clama, caros filhos,
E depois de afrontas mil,
Que a vingar a negra injúria
Vem chamar-vos o Brasil.
Que a vingar a negra injúria
Que a vingar a negra injúria
Vem chamar-vos o Brasil.

(Refrão)
7
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil:
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.


(Refrão)
8
Mostra Pedro a vossa fronte
Alma intrépida e viril:
Tende nele o Digno Chefe
Deste Império do Brasil.
Tende nele o Digno Chefe
Tende nele o Digno Chefe
Deste Império do Brasil.

(Refrão)
9
Parabéns, oh Brasileiros,
Já com garbo varonil
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.
Do Universo entre as Nações
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.


(Refrão)
10
Parabéns; já somos livres;
Já brilhante, e senhoril
Vai juntar-se em nossos lares
A Assembléia do Brasil.
Vai juntar-se em nossos lares
Vai juntar-se em nossos lares
A Assembleia do Brasil.
(Refrão)
 
 Autoria: D. Pedro I, música. Evaristo da Veiga, letra.
Foi composto logo após a Independência.

A MACRISAN, www.macrisan.com, fará a apresentação musical em comemoração ao 7 de setembro, acesse a página e saiba mais: http://www.macrisan.com/concerto/independencia

 

Múisica de Marcelo Torca sobre o 7 de setembro.

 

A independência do Brasil

Declarada por Dom Pedro

O primeiro imperador

Foi em sete de setembro

De mil oitocentos e vinte e dois

Num dia com muita luz

Vento brando e audaz

Independente o Brasil se faz!

A partitura poderá ser baixada em: Festas.