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Juninas

Em 11 de junho de 2010.
Às 20:00 horas.
 
Um evento com músicas Juninas, típicas do mês de junho.
 
  1. João Nasceu: Grupo Instrumental 1 e 2 manhã;
  2. História de um Balãozinho: Grupo Instrumental 1 e 2 tarde;
  3. Pula a Fogueira: Grupo Instrumental 3 manhã;
  4. Roda: Grupo Instrumental 3 manhã;
  5. Cantiga de São João: Grupo Instrumental 3 tarde;
  6. Bumba meu Boi: Grupo Instrumental 3 tarde;
  7. Mês de Junho: Grupo Instrumental 4;
  8. Reza a São João: Grupo Instrumental 4.
  9. A Fogueira Está Queimando: Grupo Instrumental 4.
 
Festas Juninas.

            As Festas Juninas ocorrem no mês de junho devido ao solstício de verão do hemisfério norte, assim que surgiu, posteriormente transformaram-se na festa de três santos comemorados em junho: Santo Antônio, 14; São João, 24; São Pedro, 29. No Brasil, no Nordeste Brasileiro é comemorado o mês inteiro ao som de forró, baião, renovando anualmente um repertório próprio, ao mesmo tempo que mantém as tradições, pois há a valorização do forró tocado com acordeão, zabumba e triângulo.

            Na cidade de Pauliceia, Estado de São Paulo, fundada em 29 de junho de 1947, portanto dia de São Pedro, sendo o mesmo padroeiro da cidade, o mês é de festa, com os finais de semana tendo uma programação diferenciada, seja campeonato de truco, quermesse, atividades religiosas, corrida, a festa na véspera do aniversário da cidade, onde há quentão, amendoim torrado e pipoca. Uma característica tradicional são as fogueiras à beira da rua que moradores fazem, uma forma de comemorar os santos acendendo-a depois do entardecer na véspera do dia de Santo Antônio, São João e São Pedro.
            Hoje as Festas Juninas abrem espaço para mostrar no Brasil, estilos de música baseado no forró, baião, xote, arrasta pé, possui força para isso, ajuda a manter as tradições e a cultura, além de chamar a atenção para uma vida mais natural, muito em moda hoje, mas já sabido por quem vive no campo.
 
 
Festival de Músicas Festas Juninas. 
                  1. Festival de Músicas Festas Juninas tem por objetivo divulgar interpretações diferentes de músicas para um período: Mês de Junho, renovando e aumentando o repertório existente. 

                    2. É aberto a todas as pessoas. 

                    3. Há duas modalidades: Instrumental e Vocal, onde Instrumental: é a música tocada sem ser cantada, a melodia vem de algum instrumento musical; Vocal: é a música cantada através de palavras e acompanhada por instrumentos musicais. 

                    4. Cada compositor(a) ou parceria pode enviar três músicas para a modalidade Instrumental e três músicas para a modalidade Vocal. 

                    5. As músicas precisam ser de autoria própria, os Direitos Autorais das mesmas precisam estar de posse do compositor, a gravação em MP3(apenas MP3), tamanho máximo de 5MB. 

                    6. Podem ser enviadas em qualquer momento do ano. 

                    7. As músicas ficarão exposta em www.marcelotorca.com/audios.php  . 

                    8. As músicas podem ser enviadas para o correio eletrônico de Marcelo Torca marcelotorca@abcrede.com.br ou moralesmp3@gmail.com, tendo no assunto: Festival de Músicas Festas Juninas. Mas somente serão expostas após uma autorização com firma reconhecida do(s) compositor(es) da(s) música(s). Sendo esta autorização enviada por correio para: Marcelo Torca, Rua Conde A. Chiericati, 115, Centro, Paulicéia/SP - Brasil. CEP17990-000.

Modelo de Autorização:
Eu ___________ portador do RG _________ autorizo o músico Marcelo M Torcato(Marcelo Torca) a divulgar a(s) Música(s) _______________ no portal www.marcelotorca.com até (a data oferecida), também poderá ser divulgada na Rádio Celo, veja abaixo. Coloque o local(cidade onde mora), data, assine e reconheça firma em um cartório. 

                    9. Durante o evento da Festas Juninas ou no decorrer do ano poderá ser exposta na Rádio Celo: http://radiocelo.blogspot.com,  basta incluir na autorização para a divulgação na Rádio Celo e o devido endereço eletrônico, dizendo o período a ser divulgada, se apenas no Período que antecede as Festas Juninas ou no decorrer do ano todo até o próximo mês de Festas Juninas. 

                    10. O autor da música autorizando por e-mail, será realizada uma entrevista e esta exposta em www.marcelotorca.com/publicacoes.php  

                    11. As músicas podem ser tocadas pelo GI - Grupo Instrumental(http://www.marcelotorca.com/visualizar.php?idt=331287),  basta enviar a partitura em arquivo encore ou pdf. A apresentação musical ao vivo ocorrerá em 22 de junho na cidade de Paulicéia. 

                    12. Qualquer reclamação, dúvida ou sugestão: marcelotorca@abcrede.com.br  ou moralesmp3@gmail.com 

Ouça as Músicas Juninas.


Baixe as Músicas Juninas.
Juninas: Juno.
Livro Eletrônico.
Um livro contendo poesias e músicas para as festas: Carnaval; Sexta Brasileira; Páscoa; Dia das Mães; Festas Juninas; Festival de Inverno; Dia dos Pais; Independência; Dia do Saci; Natal e Ano Novo.


Festas Juninas: Informação.
 
Festas juninas ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João". Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa - Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia -, mas são encontrados também na Irlanda, partes da Grã-Bretanha (especialmente Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.
 
Origem da fogueira.
 
Grandes fogueiras são tradição do São João brasileiro e europeu
 
Balão de São João em Portugal, cidade do Porto

De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, a fogueira do dia de "Midsummer" (24 de junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João européias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Estas celebrações estão ligadas às fogueiras da Páscoa e às fogueiras de Natal.

Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.
 
A Quadrilha.
 

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille", em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A "quadrille" francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da "contredanse", popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A "contredanse" se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina , surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.

A "quadrille" veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).

Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.

O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil como na Europa entre os começos do Romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras tais que o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica duma certa maneira o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.

No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_junina